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Guerra no Médio Oriente. Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito

"Quando eu quiser que acabe, acaba". Trump garante que guerra no Irão vai terminar em breve

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"Quando eu quiser que acabe, acaba". Trump garante que guerra no Irão vai terminar em breve

O presidente dos Estados Unidos garantiu esta quarta-feira que "não resta praticamente nada" para atacar no Irão e que a guerra no país terminará em breve. O Exército iraniano, por sua vez, ter atacado vários alvos em Israel, incluindo a direção dos serviços secretos militares e uma base naval. Acompanhamos aqui, ao minuto, o evoluir do conflito.

Mariana Ribeiro Soares, Joana Raposo Santos, Carlos Santos Neves - RTP /

Emissão da RTP Notícias


Kevin Lamarque - Reuters

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RTP /

Militares dos EUA pedem que civis evitem instalações portuárias onde Marinha iraniana esteja a operar

Os militares dos EUA pediram esta quarta-feira aos civis que deixem as instalações portuárias onde as forças navais iranianas estão a operar, acrescentando que as forças americanas não podem garantir a sua segurança.

"Os trabalhadores portuários, o pessoal administrativo e as tripulações de navios comerciais iranianos devem evitar os navios da marinha iraniana e o equipamento militar", afirmou o Comando Central dos EUA em comunicado.

Os Estados Unidos têm levado a cabo vários ataques contra navios da marinha iraniana, afundando ou destruindo 60 até agora.
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Lusa /

Banco Citi evacua escritórios no Dubai após ameaças iranianas

O banco norte-americano Citi evacuou os seus escritórios no Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, após ameaças iranianas de atacar centros financeiros norte-americanos e israelitas na região do Golfo, disse hoje uma fonte bancária.

Segundo a mesma fonte, citada pela agência francesa AFP, os funcionários do banco foram instruídos pela administração a abandonar os escritórios localizados no Centro Financeiro Internacional do Dubai (DIFC) e no distrito de Oud Metha devido a "aumentadas preocupações de segurança".

A decisão surge depois de Teerão ter avisado que poderia visar interesses económicos dos Estados Unidos e de Israel no Golfo, no contexto da escalada militar regional.

Funcionários de duas outras empresas instaladas no DIFC disseram também à AFP que os seus escritórios foram evacuados por precaução.

As forças armadas do Irão afirmaram hoje que vão passar a alvejar bancos e instituições financeiras na região depois da morte de funcionários bancários em Teerão num ataque israelo-americano.

"O inimigo deu-nos carta-branca para visar os centros económicos e bancos" dos Estados Unidos e de Israel no Médio Oriente, declarou o quartel-general central de Khatam al-Anbiya, ligado aos Guardas da Revolução.

O comando iraniano aconselhou a população no Médio Oriente a não se aproximar a menos de um quilómetro de bancos norte-americanos ou israelitas, segundo a agência espanhola EFE.

A ameaça coloca em risco particular o Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, que acolhe inúmeras instituições financeiras internacionais, bem como os reinos da Arábia Saudita e do Bahrein, segundo a AP.

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RTP /

Reino Unido junta-se à libertação de reservas de petróleo da AIE com 13,5 milhões de barris

O Reino Unido anunciou esta quarta-feira que vai contribuir com 13,5 milhões de barris de petróleo para uma libertação coordenada das reservas estratégicas, juntando-se a outros membros da Agência Internacional de Energia.

"Com esta ação, o Reino Unido está a fazer a sua parte ao trabalhar com os nossos aliados internacionais para lidar com a perturbação nos mercados petrolíferos", afirmou o ministro da Energia, Ed Miliband, em comunicado.

A Agência Internacional de Energia tinha recomendado a liberação de 400 milhões de barris de petróleo para tentar conter a subida dos preços do petróleo bruto devido à guerra dos EUA e Israel com o Irão.
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Momento-Chave
Lusa /

Países da AIE libertam 400 milhões barris de petróleo das reservas estratégicas

Os 32 países membros da Agência Internacional de Energia (AIE) decidiram "por unanimidade" hoje libertar nos mercados 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas.

"Os países da AIE vão disponibilizar 400 milhões de barris de petróleo (...) ao mercado para compensar a perda de abastecimento devido ao encerramento efetivo do estreito" de Ormuz, anunciou o diretor executivo da agência, Fatih Birol, numa declaração em vídeo.

Esta é a sexta vez que a AIE coordena a liberação de reservas estratégicas de petróleo.

Com a libertação dos 400 milhões de barris de petróleo, mais do que o dobro da intervenção recorde anterior da agência no início da guerra na Ucrânia, quando libertou 182 milhões de barris de petróleo bruto, pretende-se compensar o abastecimento perdido devido ao encerramento efetivo do estreito de Ormuz.

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Lusa /

OPEP mantém previsões para procura e oferta de petróleo e crescimento económico mundial

A OPEP manteve hoje as previsões da procura e da oferta de petróleo, e de crescimento económico mundial, num relatório com dados de antes do início dos ataques dos EUA e Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro.

O relatório mensal da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) inclui os dados de produção petrolífera apenas até ao mês passado, e mostra que tanto o Irão como outros países produtores da região produziram mais do que em janeiro.

Assim, o Irão extraiu em fevereiro quase 3,2 milhões de barris diários, mais 1% que em janeiro, segundo dados de fontes independentes, referidos no relatório.

O relatório lembra que na última semana de fevereiro, mesmo antes dos ataques, o preço do petróleo subiu devido aos "desenvolvimentos no Médio Oriente".

Sem mencionar conflitos concretos, a OPEP fala do encarecimento do petróleo por possíveis interrupções no fornecimento associadas a "acontecimentos geopolíticos no Médio Oriente e na Europa de Leste".

A OPEP estima que se espera que continue em 2026 o impulso do crescimento económico, que prevê em 3,1%, e continue em 2027 com 3,2%, os mesmos dados que nos cálculos do mês passado.

Os analistas do cartel do petróleo apontam que, embora "os acontecimentos geopolíticos atuais exijam um acompanhamento próximo", espera-se que o "sólido" crescimento nos EUA, China ou Índia, e o "constante" na Europa, Japão, Brasil ou Rússia, apoiem uma dinâmica de alta que se acelerará até mesmo em 2027.

Assim, a OPEP manteve as previsões de consumo de petróleo de 106,5 milhões de barris diários em 2026 e de 107,8 milhões de barris diários em 2027.

O grupo petrolífero estima que o crescimento de 1,3% da procura em relação a 2025 seja impulsionado pelos combustíveis para o transporte e por uma sólida atividade industrial, agrícola e de construção nos países não pertencentes à OCDE, o grupo de nações mais industrializadas.

A China e a Índia continuam a ser os países que mais puxam pela procura, somando mais de 20% do total mundial.

Igualmente, a OPEP manteve as previsões para a oferta petrolífera, tanto dos concorrentes, como da aliança que mantém com outras 10 nações petrolíferas, incluindo a Rússia e o México.

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Lusa /

Campanha em Portugal para angariar fundos para ACNUR apoiar 885 mil deslocados

A Fundação Portugal com ACNUR lançou uma campanha de angariação de fundos para responder à crise humanitária desencadeada pela guerra no Médio Oriente, onde foram contabilizados até hoje 885 mil deslocados, disse a diretora da organização.

Países como o Irão, Líbano, Síria, Turquia, Afeganistão e Iraque são os mais afetados pela guerra entre os Estados Unidos e Israel e o Irão, em curso de 28 de fevereiro, e onde o número de pessoas que precisam de ajuda "não para de subir", afirmou à Lusa Soraya Ventura, diretora da fundação, parceira em Portugal do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR, na sigla em português).

"O impacto sobre a população civil é muito alto e por isso é muito importante garantir um acesso seguro e sem restrições a ajuda humanitária", sublinhou.

A campanha lançada pela Portugal com ACNUR pretende angariar fundos e "sensibilizar sobre o impacto deste conflito na vida de milhões de pessoas, tendo em conta que muitas destas pessoas já enfrentavam uma grave vulnerabilidade".

Essa ajuda, que pode ser dada através da página da fundação na internet (pacnur.org), "traduz-se em mantas, esteiras, kits de higiene, artigos essenciais, assim como em orientação e proteção dos colegas do ACNUR no terreno".

"Para quem chega com apenas o mínimo indispensável, essa ajuda é vital", destacou a diretora da Portugal com ACNUR.

Sublinhando que "ninguém quer ser refugiado", a responsável lançou um repto aos portugueses: "Pensem por alguns segundo o que levariam consigo se tivessem de evacuar a sua casa, se tivessem de pegar no seu filho, no seu marido, no seu cão, numa mochila e deixar tudo para trás, tudo o que construíram".

"Quando falo de 885 mil pessoas, esquecemo-nos que não é só um número, são pessoas, quase um milhão de vidas que são obrigadas a retirar-se da suas casas e deixar para trás tudo o que têm. São pessoas com histórias, com carreiras, com casas que estão a deixar para trás, com famílias que estão a ser separadas, que estão assustadas", descreveu Soraya Ventura.

A responsável salientou que, antes do início deste conflito, quase 25 milhões de pessoas já estavam deslocadas à força ou eram apátridas no Médio Oriente e norte de África, e "muitas já precisavam de assistência humanitária".

"O ACNUR está profundamente preocupado com a intensificação do conflito no Médio Oriente", disse a diretora da organização.

"Fazemos um apelo urgente à desescalada, ao respeito rigoroso pelo direito internacional humanitário e ao acesso humanitário sem restrições em qualquer país, com uma abordagem regional coerente, centrada na proteção e na dignidade das pessoas afetadas pelo conflito", destacou.

Num panorama sobre os países mais afetados desde o início do conflito, Soraya Ventura indicou que no Irão o ACNUR acolhe atualmente 1,65 milhões de pessoas refugiadas e em necessidade de proteção internacional, principalmente de origem afegãs e iraquianas.

No Líbano, cerca de 120 mil pessoas já estão alojadas em cerca de 570 abrigos coletivos, "a maioria já no limite da capacidade", e, "de um dia para o outro, 100 mil pessoas tiveram de se deslocar à força das suas casas", o que a responsável considerou "uma escalada muito alta".

Além disso, mais de 78 mil sírios que se tinham refugiado no Líbano regressaram ao seu país, apesar de "a Síria não ser ainda um lugar onde eles consigam viver e reestruturar a sua vida". Também oito mil libaneses fugiram para a Síria.

"As pessoas relatam incerteza quanto aos planos futuros, falam muito da perda dos meios de subsistência, têm uma grande preocupação com documentação, com as famílias, apresentam sinais de sofrimento psicológico, e muitas delas necessitam transporte, abrigo, artigos essenciais de ajuda humanitária, e apoio nessa documentação", mencionou Soraya Ventura, sobre a resposta prestada pela agência da ONU no terreno.

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RTP /

Autoridades iranianas anunciam ataque a dois navios no Estreito de Ormuz

A Guarda Revolucionária iraniana afirmou hoje ter atingido um navio israelita com bandeira da Libéria e um cargueiro tailandês que entraram no Estreito de Ormuz após ignorarem os avisos das forças navais do Irão.

"O navio israelita 'Express Rome', que tem bandeira da Libéria", e o cargueiro "Mayuree Naree" foram atingidos por projéteis iranianos e parados depois de ignorarem os avisos da Guarda Revolucionária, disse a força armada ideológica do regime iraniano, num comunicado divulgado pela agência de notícias iraniana ISNA.

O comandante das forças navais iranianas, Alireza Tangsiri, declarou na rede social X que "qualquer navio que deseje passar pelo estreito deve obter permissão do Irão" antes de entrar.

Um navio porta-contentores, um navio cargueiro e um graneleiro foram atingidos hoje por "projéteis desconhecidos" nesta região, segundo o Centro de Operações do Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO), que registou 17 incidentes envolvendo navios nesta zona desde o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro.

A Marinha tailandesa confirmou que o graneleiro "Mayuree Naree" foi atacado no Estreito de Ormuz, acrescentando que 20 dos 23 tripulantes já foram resgatados.

Hoje, de acordo com o jornal grego Naftemporiki, um navio graneleiro de propriedade grega foi atingido por um projétil de origem desconhecida perto do Estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico.

A Guarda Revolucionária enfatizou que o Estreito de Ormuz continua sob a "gestão inteligente" das suas forças navais e advertiu que "os agressores norte-americanos e os seus parceiros não têm o direito de transitar" por esta via navegável.
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RTP /

Trump diz que guerra no Irão vai terminar em breve e que "não resta praticamente nada" para atacar

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse esta quarta-feira ao site de notícias Axios que "não resta praticamente nada" para atacar no Irão e que a guerra no país terminará em breve.

"Quando eu quiser que acabe, acaba", garantiu.
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RTP /

RTP em Telavive. Israelitas acreditam que guerra vai durar mesmo que EUA se retirem

Os israelitas acreditam que guerra ainda vai durar e que, mesmo que os EUA se retirem das operações militares, o território continuará a precisar de proteção contra retaliações iranianas.

Os enviados especiais da RTP em Telavive, Paulo Jerónimo e José Pinto Dias, estão a acompanhar todos os desenvolvimentos.
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Lusa /

Roménia aceita receber meios militares dos EUA para apoiar ataques

A Roménia vai aceitar o envio de equipamento e tropas militares dos Estados Unidos para apoiar os ataques aéreos contra o Irão, anunciou hoje o Presidente romeno, Nicusor Dan.

Nicusor Dan afirmou que o equipamento inclui aeronaves de reabastecimento em voo, sistemas de seguimento e instalações de comunicação por satélite, que deverão ser instalados no país no âmbito do sistema de defesa antimíssil de Deveselu, no sul da Roménia.

De acordo com a imprensa romena, Washington pediu também o envio de forças adicionais, incluindo aviões de combate e outros equipamentos, para a base aérea da NATO de Mihail Kogalniceanu, situada perto da costa do mar Negro.

A decisão romena, adotada pelo Conselho Supremo de Defesa Nacional, órgão que reúne o Presidente, o primeiro-ministro e vários ministros, terá ainda de ser ratificada pelo Parlamento romeno.

"Estes dispositivos são defensivos e não estão equipados com armamento propriamente dito. Em termos técnicos, são chamados de dispositivos não cinéticos", disse Nicusor Dan aos jornalistas.

O chefe de Estado romeno acrescentou que o envio do equipamento baseia-se no acordo de parceria estratégica entre a Roménia e os Estados Unidos.

"Trata-se de uma colaboração entre a Roménia e os Estados Unidos semelhante à que outros países da NATO estão a realizar", disse Dan.

A Roménia integra a NATO desde 2004.

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RTP /

RTP nos EUA. Aumenta a preocupação com preços do petróleo

Cândida Pinto e Ricardo Guerreiro, correspondentes da RTP nos Estados Unidos, estão a acompanhar todos os desenvolvimentos do conflito. Estão a aumentar as preocupações com os mercados internacionais e com as repercussões que esta instabilidade pode trazer aos preços do petróleo no mundo inteiro.
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RTP /

Estreito de Ormuz. Estados Unidos destruíram 16 navios de lançamento de minas

Trump já tinha ameaçado o Irão com consequências nunca vistas. Mas os problemas continuam. Só nas últimas horas, três navios comerciais foram atingidos.

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RTP /

Montenegro garante que tudo fará para evitar especulações nos preços dos combustíveis

Uma garantia dada no discurso do primeiro-ministro nas jornadas parlamentares do PSD, em Caminha.

Luís Montenegro acaba de dizer que o governo tudo fará para garantir que as regras de fixação dos preços são cumpridas.
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RTP /

Combustíveis vão voltar a aumentar para a semana

Ainda não se sabe quanto mas já é certo que o preço dos combustíveis volta a subir na próxima semana. O Governo diz que está a preparar medidas para diminuir o impacto deste aumento.

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RTP /

Explosões ouvidas em Teerão

Uma série de fortes explosões foi ouvida esta quarta-feira em Teerão, de acordo com um jornalista da agência France-Presse. Não foi possível determinar imediatamente a localização exata das explosões, mas colunas de fumo foram vistas a subir da zona leste da capital iraniana.
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RTP /

Israel garante que ofensiva contra o Irão continuará "sem limite de tempo"

O ministro israelita da Defesa, Israel Katz, afirmou esta quarta-feira que a ofensiva conjunta de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão, iniciada a 28 de fevereiro, continuará "sem limite de tempo", garantindo ainda que esta causou pesadas baixas às forças iranianas.

"Esta operação continuará sem qualquer limite de tempo, pelo tempo que for necessário, até atingirmos todos os objetivos e decidirmos o resultado da campanha", afirmou o ministro durante uma reunião com responsáveis militares israelitas.

Sobre o novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, Israel Katz vincou que "a liderança iraniana que sobreviveu está a fugir como um rato num túnel, exatamente como a liderança do Hamas em Gaza".
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Lusa /

Teerão declara como "alvos legítimos" navios dos EUA, Israel e aliados

O exército iraniano declarou hoje como "alvos legítimos" todos os navios norte-americanos, israelitas e dos aliados dos dois países no estreito de Ormuz.

"Qualquer navio cuja carga de petróleo ou o próprio navio pertença aos Estados Unidos, ao regime sionista [Israel] ou aos seus aliados hostis será considerado um alvo legítimo", declarou o comando central das operações militares.

O exército iraniano não permitirá "a exportação de um único litro de petróleo" através do estreito, disse o comando num comunicado divulgado pela televisão estatal, citado pela agência francesa AFP.

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Lusa /

Hamas felicita novo líder supremo e deseja-lhe êxito contra Israel e EUA

O porta-voz do grupo islamista palestiniano Hamas, Hazem Qasem, felicitou hoje a eleição de Mojtaba Khamenei para suceder ao pai, Ali Khamenei, como líder supremo do Irão, desejando-lhe êxito contra Israel e Estados Unidos.

"Expressamos as nossas sinceras felicitações aos nossos irmãos na República Islâmica do Irão pela eleição de Sua Eminência, o `ayatollah` Mukhtaba Khamenei, como líder da Revolução Islâmica", disse o responsável do grupo que controlava a Faixa de Gaza.

O Hamas, movimento de resistência islâmica na Palestina, foi o autor do ataque de 07 de outubro de 2023 contra Israel, que desencadeou uma ofensiva israelita na Faixa de Gaza que se prolongou por dois anos até ter sido decretado um cessar-fogo em outubro passado.

Qasem afirmou que o Hamas deseja a Khamenei "êxito na hora de concretizar a esperança do povo iraniano contra a agressão israelo-americana e evitar que as forças da arrogância mundial imponham a sua vontade ao Irão", lê-se no jornal diário palestiniano Filastin.

Mojtaba foi nomeado domingo, após a morte do pai, em 28 de fevereiro, quando começou a nova ofensiva militar conjunta de EUA e Israel contra o Irão, já depois da guerra de 12 dias de junho.

Nos ataques morreram também a mulher de Ali Khamenei, Mansoureh Khokhasteh Bagherzadeh, e vários outros familiares, incluindo a mãe e descendentes.

O grupo extremista pró-iraniano Hezbollah, no Líbano, e os rebeldes xiitas Huthis, no Iémen, já se tinham congratulado pela escolha de Mojtaba Khamenei para o topo da hierarquia do regime xiita conservador dos `ayatollah`, no Irão.

O Hezbollah renovou o seu "compromisso com os princípios dos líderes da Revolução Islâmica" e jurou lealdade ao novo `líder supremo`, antes de salientar que "dedicará todos os seus esforços à realização dos princípios da Revolução Islâmica" estabelecidos em 1979, data do golpe que depôs o reinante xá Mohammad Reza Pahlavi, e colocou o `ayatollah` Khomeini no poder.

O presidente do Conselho Político Supremo dos Huthis, Mahdi al-Mashat, felicitou Mojtaba pela "confiança obtida num voto unânime da Assembleia de Peritos", ao mesmo tempo que elogiou o trabalho do seu pai, "um líder mártir", especialmente durante esta "etapa crítica na história da República Islâmica do Irão, diante da brutal agressão dos Estados Unidos e de Israel".

A milícia pró-iraniana do Iraque Kataib Hezbollah também aplaudiu a nomeação do novo líder supremo, argumentando que "possui as qualidades de liderança e a competência necessárias para assumir o peso desta grande responsabilidade nestas circunstâncias difíceis".

Também o ex-presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad felicitou Mojtaba Khamenei pela sua nomeação numa mensagem divulgada na imprensa iraniana.

Mojtaba Khamenei, 56 anos, não será apenas o líder político, mas também o responsável máximo do xiismo, uma corrente minoritária no islamismo, mas maioritária no Irão e com grande presença em países como o Iraque, Síria ou Líbano. 

O presidente norte-americano, Donald Trump, já disse que o sucessor de Ali Khamenei será um alvo dos ataques ao país, tal como vários elementos da hierarquia iraniana que foram mortos.

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Lusa /

Kallas anuncia novas sanções da UE a 19 pessoas e empresas do regime iraniano

A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, anunciou hoje a imposição de novas sanções a 19 pessoas e empresas do regime iraniano responsáveis por "violações graves dos direitos humanos".

"A União Europeia (UE) continua a responsabilizar o Irão. Hoje, os embaixadores dos Estados-membros aprovaram novas sanções contra 19 responsáveis e empresas do regime [iraniano] responsáveis por violações graves dos direitos humanos", anunciou a alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros numa publicação na rede social X.

Kallas garante que, "enquanto a guerra no Irão continua, a UE protegerá os seus interesses e perseguirá os responsáveis pela repressão interna".

"Isto também envia uma mensagem a Teerão de que o futuro do Irão não pode ser construído sobre a repressão", afirma.

Em 29 de janeiro, a UE já tinha anunciado a imposição de sanções a 15 pessoas e seis entidades por "graves violações dos direitos humanos", numa lista que incluía o ministro do Interior e chefe do Conselho de Segurança Nacional iraniano, Eskandar Momeni, o procurador-geral, Mohammad Movahedi-Azad, oficiais de alta patente das forças de manutenção da ordem e comandantes do Corpo dos Guardas da Revolução Islâmica.

No mesmo dia, os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE decidiram também classificar a Guarda Revolucionária do Irão como organização terrorista.

As duas decisões foram tomadas em resposta à repressão de protestos antigovernamentais em janeiro, que resultaram na morte e detenção de dezenas de milhares de pessoas.

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Mojtaba Khamenei
RTP /

Embaixador iraniano em Chipre confirma que novo líder supremo ficou ferido a 28 de fevereiro

O novo líder supremo do regime iraniano, Mojtaba Khamenei, sofreu ferimentos no ataque israelo-americano do passado dia 28 de fevereiro que matou seis dos seus familiares, entre os quais o pai, Ali Khamenei. A confirmação partiu do embaixador iraniano em Chipre.

Entrevistado pelo jornal britânico The Guardian em Nicósia, Alireza Salarian afirmou mesmo que Mojtaba Khamenei, de 56 anos, teve sorte em escapar com vida ao início da ofensiva de Israel e Estados Unidos.

"Ele também estava lá e ficou ferido no bombardeamento, mas não tenho visto isso refletido nas notícias estrangeiras. Ouvi que ele ficou ferido nas pernas, numa mão e num braço. Penso que ele está num hospital por estar ferido", adiantou o diplomata.

Quanto ao facto de o clérigo ainda não ter surgido em público ou feito qualquer declaração, após a sua escolha para o topo do regime dos ayatollahs, o embaixador disse apenas: "Penso que ele não estará confortável para fazer um discurso".
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Estreito de Ormuz
RTP /

Navios norte-americanos, israelitas e respetivos aliados "serão considerados alvos legítimos"

O Comando Central Operacional Khatam Al-Anbiya, cúpula das Forças Armadas iranianas, avisa que "quaisquer navios cuja carga de petróleo ou o próprio navio pertençam aos Estados Unidos, ao regime sionista ou aos seus aliados hostis serão considerados alvos legítimos".O comunicado foi reproduzido pela televisão estatal da República Islâmica.

O Comando Central iraniano reiterou ainda que "não vai permitir que um único litro de petróleo transite" através do Estreito de Ormuz.

A Guarda Revolucionária do Irão afirmou ter visado, nas últimas horas, o navio Mayuree Naree, com pavilhão tailandês, no Estreito de Ormuz.
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Carlos Santos Neves - RTP /

"Equilíbrio delicado". Agência Fitch a contar com défice português em 2026 e 2027

Utku Bora, diretor associado de notação financeira soberana da Fitch, salientou que a agência antevê pequenas derrapagens orçamentais em 2026 e 2027.

Justin Lane - EPA

A agência de notação financeira Fitch estima que Portugal pode vir a apresentar este ano um défice orçamental de 0,8 por cento do PIB, fruto das medidas de resposta aos estragos das intempéries e da volatilidade potenciada pela ofensiva de Israel e Estados Unidos contra o Irão.

Foi durante um webinar sobre as perspetivas para Portugal, acompanhado pela agência Lusa, que Utku Bora, diretor associado de ratings soberanos da agência, apontou para pequenas derrapagens das contas públicas este ano e em 2027.A Fitch prevê para 2025 um défice de 0,8 por cento do Produto Interno Bruto, desempenho que ficará a dever-se à despesa com os apoios pós-depressões climatéricas.

Recorde-se que, perante os impactos da guerra no Médio Oriente, o Governo anunciou medidas como o desconto no ISP. Contudo, a situação é incerta, como sublinhou o responsável da agência de notação.

"Há um equilíbrio delicado e tudo depende da evolução dos preços do petróleo e do impacto da tempestade", apontou Utku Bora, para acrescentar que o Executivo de Luís Montenegro poderá ver-se na contingência de ter de optar entre responder à inflação ou preservar o saldo das contas públicas.

Por outro lado, um maior recurso a empréstimos no quadro do Plano de Recuperação e Resiliência "também acrescenta pressão".

O analista sublinhou, todavia, que para este anos é esperado um saldo positivo mais alto do que o previsto, em virtude das receitas fiscais.

A Fitch conservou, a 6 de março, a notação da dívida portuguesa em "A" e acertou em alta a perspetiva para positiva.

A revisão espelhou a avaliação  "de que a dívida pública de Portugal em relação ao PIB continuará a cair de forma significativa" de 2026 a 2029, tendo por base "uma política orçamental prudente, com défices que se mantêm bem abaixo da mediana do grupo de pares"."O caminho voltou a ficar bastante estreito"


O ministro das Finanças indicou na terça-feira que, por agora, o Governo não vê “necessidade de um orçamento retificativo. Miranda Sarmento ressalvou, contudo, que tal “não significa” que, “se as circunstâncias o impuserem, não tenha que se reequacionar” esta posição.

“Quando construímos o Orçamento para 2026 e quando ele foi aprovado no Parlamento, a margem era muito estreita, porque nós temos 0,8 por cento do PIB, cerca de 2,5 mil milhões de empréstimos do PRR, de despesa extraordinária que não tem correspondência do lado da receita”, começou por afirmar, a partir de Bruxelas, o titular da pasta das Finanças.

“Os bons resultados de 2025, que serão conhecidos no dia 26 de março - será um superávit acima dos 0,3 que o Governo estava a projetar - tornavam o caminho um bocadinho menos estreito”
, prosseguiu.

“Aconteceram duas coisas muito importantes nos primeiros dois meses do ano: por um lado, o comboio de tempestades, que teve um impacto muito significativo numa parte do território nacional e que vai ter um impacto orçamental significativo, e agora este conflito do Irão, que também não sabemos quanto tempo vai durar”.

“O caminho voltou a ficar bastante estreito”
, frisou Joaquim Miranda Sarmento.“Nós mantemos o compromisso de manter o equilíbrio das contas públicas e de continuar a reduzir a dívida pública”, quis vincar o ministro das Finanças.

Questionado pelos jornalistas sobre um eventual orçamento retificativo, perante os impactos da ofensiva norte-americana e israelita contra o Irão, o ministro retorquiu: “Não vemos, à data de hoje uma necessidade de um orçamento retificativo”.

Isso não significa que mais à frente, se as circunstâncias o impuserem, não tenha que se reequacionar essa questão. Mas neste momento não há necessidade de um orçamento retificativo”, completou.

c/ Lusa

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RTP /

Espanha destitui embaixador em Israel

O Governo espanhol decidiu destituir o seu embaixador em Israel, de acordo com o jornal oficial do Estado, publicado esta quarta-feira.

Segundo uma fonte do ministério espanhol dos Negócios Estrangeiros ouvida pela agência Reuters, a embaixada de Espanha em Telavive será liderada por um funcionário do corpo diplomático.
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RTP /

Putin discutiu conflito com presidente dos Emirados Árabes Unidos

O presidente russo, Vladimir Putin, discutiu o conflito no Médio Oriente com o seu homólogo dos Emirados Árabes Unidos, Mohammed bin Zayed Al Nahyan, avançou o Kremlin em comunicado.

"Os líderes continuaram a trocar opiniões sobre a situação perigosamente deteriorada no Médio Oriente, que está a ter consequências graves para o Irão e os países árabes", afirmou o Kremlin.

"O presidente russo salientou a necessidade de impedir uma maior escalada do conflito e resolvê-lo através de negociações", acrescentou.
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Lusa /

Brent sobe 3,86% para 91,19 dólares e WTI avança 4,58% para 87,27 dólares

O preço do petróleo Brent do Mar do Norte para entrega em maio subiu 3,86% para 91,19 dólares e o West Texas Intermediate avançou 4,58% para 87,27 dólares com a continuação da guerra no Médio Oriente.

Por volta das 10:10 (hora de Lisboa), o preço do barril de Brent do Mar do Norte, para entrega em maio, subiu 3,86%, para 91,19 dólares.

O seu equivalente americano, o barril de West Texas Intermediate, para entrega no mesmo mês, ganhou 4,58%, para 87,27 dólares.

As duas referências do petróleo bruto tinham subido mais de 5% alguns minutos antes.

Os preços do petróleo subiram, com a guerra no Médio Oriente a continuar a ameaçar o abastecimento, embora a perspetiva de um desbloqueio das reservas estratégicas de crude da Agência Internacional de Energia (AIE) tenha acalmado um pouco os mercados.

Pelo menos três navios (um porta-contentores, um cargueiro e um graneleiro) foram atingidos no estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito (GNL).

A agência marítima britânica UKMTO, que relata estes factos, registou 14 incidentes envolvendo navios desde o início do conflito, em 28 de fevereiro.

Os chefes de Estado e de Governo do G7 reúnem-se hoje à tarde por videoconferência para tentar "atenuar" as "consequências económicas" desta guerra e possivelmente decidir a questão do recurso às reservas estratégicas de petróleo para contrariar a subida dos preços.

No entanto, resta saber se "tal medida terá um impacto mais significativo do que simplesmente ganhar tempo para o mercado", afirma Fawad Razaqzada, analista da Forex.com.

Cerca de 300 a 400 milhões de barris pertencentes a essas reservas, constituídas sob a égide da AIE, poderiam ser libertados, de acordo com informações da Bloomberg e do Financial Times.

Juntamente com as declarações consideradas tranquilizadoras de Donald Trump na segunda-feira à noite sobre um rápido fim da guerra, essa perspetiva fez com que os preços caíssem fortemente na terça-feira.

Contribuindo também para essa queda, uma mensagem do secretário da Energia dos EUA, publicada na terça-feira e posteriormente apagada, afirmava que a Marinha dos EUA havia escoltado um primeiro petroleiro para permitir que ele cruzasse o estreito de Ormuz.

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Lusa /

Conflito gera perdas de 517 milhões de euros por dia em viagens de turismo

O Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) estimou um impacto grave no setor de viagens e turismo do conflito no Médio Oriente, com perdas de 600 milhões de dólares por dia (cerca de 517 milhões de euros).

Conforme destacado hoje pela entidade, o Médio Oriente desempenha um papel "vital" nas viagens globais, já que a região representa 5% das chegadas internacionais em todo o mundo e 14% do tráfego internacional de trânsito.

Por isso, alertou que qualquer interrupção afeta a procura em todo o mundo, o que tem impacto nos aeroportos e voos, hotéis, empresas de aluguer de automóveis e companhias de cruzeiros.

Nesse sentido, acrescentou que os principais centros regionais de aviação, incluindo Dubai, Abu Dhabi, Doha e Bahrein, que juntos processam cerca de 526.000 passageiros por dia, sofreram encerramentos e interrupções operacionais à medida que o conflito se intensificou, afetando significativamente a conectividade regional e global.

A presidente executiva (CEO) do WTTC, Gloria Guevara, explicou que as viagens e o turismo costumam ser um dos primeiros setores a sentir o impacto das tensões geopolíticas e acrescentou que breves períodos de interrupção podem rapidamente traduzir-se em perdas económicas "significativas" para os destinos, empresas e trabalhadores da região.

A análise do WTTC baseia-se na sua previsão pré-conflito para 2026 no Médio Oriente, que projetava 207.000 milhões de dólares em gastos de visitantes internacionais na região durante este ano.

Apesar dos desafios atuais, o WTTC enfatizou que o setor de viagens e turismo é um dos setores económicos mais resilientes do mundo, com as crises anteriores a demonstrarem que a procura turística após incidentes relacionados com a segurança, "com a resposta adequada" pode recuperar em apenas dois meses se os governos e a indústria agirem rapidamente para restaurar a confiança dos viajantes.

Nesse sentido, a CEO insistiu que o setor pode recuperar, especialmente quando os governos apoiam os viajantes, reconhecendo que estes têm trabalhado "incansavelmente" nos últimos dias para apoiar os esforços de recuperação.

O WTTC, que representa o setor privado, continua a acompanhar a evolução da situação e garante que mantém um contacto próximo com governos e líderes da indústria para apoiar a segurança dos viajantes e a resiliência do setor global de viagens e turismo.

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RTP /

Irão diz ter atacado direção dos serviços secretos militares e base naval em Israel

O Exército iraniano disse esta quarta-feira ter atacado vários alvos em Israel, incluindo a direção dos serviços secretos militares e uma base naval, referindo-se a ataques "ainda em curso".

Os alvos atacados desde o início da manhã incluem também uma base naval em Haifa e uma base militar de observação por radar, de acordo com o comunicado do Exército.
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RTP /

KLM cancela todos os voos para o Dubai até 28 de março

A companhia aérea KLM cancelou todos os voos para o Dubai até 28 de março "devido à atual instabilidade geopolítica no Médio Oriente". A empresa neerlandesa acrescentou que continua disponível para repatriar viajantes retidos, um processo tratado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Países Baixos.
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RTP /

RTP em Telavive. Irão terá atingido base militar junto a aeroporto israelita

Os enviados especiais da RTP a Israel relataram uma noite particularmente intensa. Por diversas vezes o Irão atacou Israel, nomeadamente em Telavive. Foi a 33ª vaga de ataques nestes 12 dias de guerra.

Teerão atingiu alguns objetivos, nomeadamente uma base militar próximo de um aeroporto. Israel ainda não confirmou esta informação.
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Lusa /

Presidente turco apela ao fim da guerra antes que incendeie toda a região

O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, apelou hoje ao fim da guerra no Médio Oriente antes que o conflito "incendeie completamente a região", durante um discurso em Ancara aos deputados do partido que lidera.

"É necessário pôr fim a esta guerra antes que se agrave e incendeie completamente a região. Se a diplomacia tiver uma oportunidade, isso é perfeitamente possível", afirmou, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

As forças da NATO na Turquia destruíram dois projéteis alegadamente disparados pelo Irão, que tem atacado países da região desde que foi alvo de uma ofensiva militar israelo-americana de grande escala em 28 de fevereiro.

Teerão negou ter visado território turco, mas a NATO instalou uma bateria de mísseis de defesa aérea norte-americanos `Patriot` no centro da Turquia, que é membro da Aliança Atlântica.

"Prosseguimos pacientemente os nossos esforços para trazer as partes de volta à mesa das negociações", afirmou Erdogan perante os deputados do partido Justiça e Desenvolvimento (AK), no poder desde 2002.

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RTP /

Macron convocou reunião de líderes do G7

O presidente francês convocou uma reunião de chefes de estado e de Governo do G7. Pela primeira vez desde o início desta guerra no Médio Oriente foi possível chamar todos a reunir. Será por videoconferência e começará as 14h00 (hora de Lisboa), segundo fonte do Eliseu.

Será um encontro dedicado a analisar as consequências económicas do conflito, nomeadamente em matéria energética, e elaborar sobre como se pode ultrapassar esta crise.

A mesma fonte do Eliseu admite que haverá concordância do G7 para implementação de medidas proactivas para lidar com os problemas de abastecimento de petróleo e a volatilidade do mercado, incluindo a utilização de reservas estratégicas de petróleo.

Entretanto, esta quarta-feira haverá Conselho de Segurança da ONU para analisar a situação no Líbano. Israel atacou hoje um bairro de Beirute.
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Lusa /

Forças iranianas vão atacar bancos e centros financeiros na região

As forças armadas do Irão vão passar a alvejar bancos e instituições financeiras na região depois da morte de funcionários bancários em Teerão num ataque israelo-americano, anunciou hoje o comando conjunto iraniano.

O aviso foi divulgado pelo quartel-general al-Anbiya, em Teerão, sede do comando conjunto das forças armadas da República Islâmica do Irão, segundo a agência de notícias norte-americana The Associated Press (AP).

Seguiu-se a relatos dos meios de comunicação iranianos sobre a morte de funcionários de um banco em Teerão durante ataques aéreos de Israel e dos Estados Unidos, no âmbito da ofensiva lançada em 28 de fevereiro.

A ameaça coloca em risco particular o Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, que acolhe inúmeras instituições financeiras internacionais, bem como os reinos da Arábia Saudita e do Bahrein, segundo a AP.

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Lusa /

Von der Leyen garante que UE "respeitará sempre" princípios do direito internacional

A presidente da Comissão Europeia garantiu hoje que a União Europeia "respeitará sempre" os princípios do direito internacional, dois dias depois de ter sido criticada por afirmar que não podia "continuar a ser a guardiã da velha ordem mundial".

"A União Europeia (UE) foi fundada como um projeto de paz. O nosso compromisso inabalável com a paz, com os compromissos da Carta das Nações Unidas e com o direito internacional é tão central hoje como era no momento da nossa criação. E nós respeitaremos sempre esses princípios", afirmou Ursula von der Leyen num discurso numa sessão plenária do Parlamento Europeu, em Estrasburgo.

A presidente da Comissão Europeia fez esta afirmação dois dias depois de, numa intervenção na conferência anual dos embaixadores da União Europeia (UE), em Bruxelas, ter dito que a Europa "já não pode continuar a ser a guardiã da velha ordem mundial".

Esta declaração suscitou críticas em vários quadrantes europeus, incluindo entre eurodeputados de grupos políticos que apoiam a sua Comissão, como os Socialistas e Democratas (S&D) ou os liberais do Renew Europe.

No seu discurso, Von der Leyen deixou duras críticas ao regime do Irão, considerando que "não há motivos para derramar lágrimas por um regime assim", sem nunca mencionar os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao país.

A presidente da Comissão Europeia salientou que, durante décadas, o anterior líder supremo do Irão, Ali Khamenei, morto num dos ataques de Israel e dos Estados Unidos, "governou através da repressão, da violência e do medo".

"Sob o seu regime, os iranianos viveram sob um sistema que silenciava a dissidência e esmagava as liberdades fundamentais", afirmou, recordando que, em janeiro, "centenas de milhares de jovens iranianos saíram à rua para exigir um futuro melhor".

"Foram recebidos com uma repressão brutal. Mais de 17 mil jovens, homens e mulheres, foram mortos enquanto o regime se agarrava ao poder", frisou.

Von der Leyen salientou que os crimes do regime iraniano "têm décadas", afirmando que "prendeu e torturou os seus próprios cidadãos, patrocinou terrorismo em toda a região [do Médio Oriente] e até m solo europeu e forneceu apoio crucial à guerra brutal da Rússia contra a Ucrânia".

"Não se deve derramar lágrimas por um regime destes", enfatizou, antes de lembrar que "muitos iranianos celebraram a caída de Khamenei" e esperam que o momento atual "possa abrir caminho para um Irão livre".

"Isto é o que o povo do Irão merece: liberdade, dignidade e o direito a decidir o seu próprio futuro", defendeu.

No entanto, logo a seguir a fazer estas críticas, Von der Leyen afirmou que "ver o mundo tal como ele é não diminui, de forma alguma", a determinação da UE de "lutar pelo mundo que ambiciona", assegurando que o bloco se mantém comprometido com o direito internacional.

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RTP /

Voltar a usar combustíveis russos seria um erro estratégico, diz von der Leyen

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, alertou que a Europa cometeria um erro estratégico se tentasse amenizar a subida dos preços da energia voltando a usar combustíveis fósseis russos.

"Na crise atual, alguns argumentam que devemos abandonar a nossa estratégia de longo prazo e até mesmo voltar aos combustíveis fósseis russos. Isso seria um erro estratégico", afirmou num discurso no Parlamento Europeu.

Von der Leyen avançou que a UE está a preparar opções para reduzir os preços da energia, incluindo uma melhor utilização dos acordos de compra de energia, medidas de auxílio estatal e subsídios ou limites máximos para os preços do gás.
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RTP /

Bahrain redireciona aeronaves para aeroportos alternativos

A Autoridade de Aviação Civil do Bahrain avançou que está a transferir aeronaves do Aeroporto Internacional do Bahrain para aeroportos alternativos. A autoridade afirmou que o reposicionamento foi realizado para melhorar a prontidão operacional.
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Dois drones caem junto ao aeroporto do Dubai e fazem quatro feridos

Dois drones caíram nas proximidades do aeroporto do Dubai esta quarta-feira, ferindo quatro pessoas, informou o gabinete de imprensa do Dubai, acrescentando que o tráfego aéreo está a funcionar normalmente.
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Mojtaba Khamenei
RTP /

Novo líder supremo iraniano "são e salvo" apesar de ferido

O novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, está "são e salvo", embora ferido, adiantou o filho do presidente iraniano na plataforma de mensagens Telegram.

"Ouvi relatos de que o senhor Mojtaba Khamenei tinha sido ferido", escreveu Yousef Pezeshkian, filho de Masoud Pezeshkian e conselheiro do Governo.

"Perguntei a alguns amigos que têm contactos com ele. Disseram-me que, graças a Deus, está são e salvo", acrescentou.

Mojtaba Khamenei, líder religioso do Irão, terá sido ferido durante o ataque que matou o pai, o ayatollah Ali Khamenei, no primeiro dia da ofensiva de norte-americanos e israelitas, a 28 de fevereiro. Contudo, os detalhes sobre a gravidade dos ferimentos são desconhecidos e Mojtaba não foi visto em público desde então.
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Lusa /

Preço do petróleo Brent mantém-se estável nos 88 dólares

A cotação do barril do petróleo Brent para entrega em maio mantinha-se na manhã desta quarta-feira, no mercado de futuros de Londres, estável face ao encerramento, com uma ligeira variação, subindo 0,33% para 88 dólares.

Dado Ruvic . Reuters

De acordo com os dados de mercado recolhidos pela agência de notícias espanhola EFE, às 7h00 de hoje (6h00 hora de Lisboa), o Brent, a referência europeia para o crude, subia 0,33% para 88,07 dólares.

Na terça-feira, a cotação do barril de petróleo Brent para entrega em maio terminou no mercado de futuros de Londres em forte queda de 11,28%, para os 87,80 dólares.

O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 11,16 dólares abaixo dos 98,96 com que encerou as transações na segunda-feira.

O acentuado recuo do Brent foi atribuído às declarações de Donald Trump, de que os ataques israelo-norte-americanos ao Irão estariam praticamente terminados e de ter dito que está disposto a falar com os dirigentes iranianos.

Na terça-feira, o Wall Street Journal noticiou que a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) propôs a maior libertação de reservas de petróleo da sua história para reduzir os preços do crude.

Os países do G7 afirmaram na terça-feira estar prontos para agir "com urgência, quando necessário, e com todas as ferramentas disponíveis" para estabilizar os preços do petróleo.

Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano".

Em resposta, o Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também atingiram Chipre, Azerbaijão e Turquia.

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Lusa /

Hong Kong reforça combate a contrabando de combustível após subida de preço

Hong Kong reforçou hoje a luta contra o contrabando de combustível em veículos vindos da China continental, devido ao crescente custo do petróleo, causado pela guerra no Médio Oriente.

Nas últimas semanas, foram intercetados mais camiões transfronteiriços suspeitos de introduzirem gasolina ilegal na cidade, muitos deles com depósitos ampliados ou modificações para transportar maiores volumes destinados a postos de gasolina ilegais, indicou hoje o comissário de Alfândega e Impostos Especiais de Hong Kong, Chan Tsz-tat.

As autoridades ordenaram a apreensão de todos os veículos envolvidos e pretendem solicitar aos tribunais que sejam definitivamente confiscados, de acordo com a legislação em vigor sobre importação e exportação e sobre produtos sujeitos a impostos especiais.

Chan sublinhou que a diferença de preços entre a China continental e o centro financeiro, juntamente com a escalada do custo internacional do petróleo bruto, gerou um "forte incentivo económico" para que os contrabandistas assumissem riscos adicionais.

O responsável assegurou, no entanto, que o departamento dispõe de um robusto sistema de inteligência e que está a realizar inspeções direcionadas que permitiram detetar numerosos casos em postos fronteiriços.

Além disso, o comissário alertou que a compra de gasolina não tributada constitui um crime que implica tanto evasão fiscal como riscos importantes para a segurança.

"As alterações na estrutura dos depósitos, os pontos de carga ocultos e o armazenamento em condições não regulamentadas aumentam o risco de fugas, incêndios e explosões, em particular em áreas densamente povoadas ou em parques de estacionamento e armazéns industriais onde operam estações clandestinas", salientou Chan.

Por isso, o comissário lembrou que os condutores responsáveis por estas operações enfrentam penas de prisão e multas ao abrigo da Portaria sobre Importação e Exportação e da Portaria sobre Produtos com Impostos Especiais.

O aumento dos casos ocorre num contexto de subida dos preços dos combustíveis impulsionada pelo conflito no Irão e pelas tensões no estreito de Ormuz, que encareceram o transporte marítimo e os seguros e elevaram as cotações de referência do Brent e de destilados como o gasóleo.

Representantes do setor de transportes de Hong Kong alertaram que estão a ser estudadas sobretaxas temporárias sobre o combustível para entregas e serviços logísticos, enquanto os operadores enfrentam contratos de longo prazo que limitam a capacidade de transferir imediatamente o aumento dos custos para as tarifas.

Paralelamente, a China aumentou na terça-feira os preços de retalho da gasolina e do gasóleo, na sequência do aumento do preço do petróleo nos mercados internacionais, a maior subida em quase quatro anos.

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Ponto de situação
RTP /

Drones e mísseis do Irão apontados a países do Golfo

  • As Forças Armadas iranianas lançaram, nas últimas horas, mais uma vaga de bombardeamentos contra países do Golfo com recurso a drones e mísseis, incluindo infraestruturas petrolíferas na Arábia Saudita. Outro dos alvos do regime foi um navio cargueiro no Estreito de Hormuz, ao largo dos Emirados Árabes Unidos;


  • O Ministério saudita da Defesa afirma ter abatido pelo menos cinco drones que se dirigiam ao campo petrolífero de Shaybah e as autoridades do Kuwait afirmam ter destruído oito aparelhos idênticos. No Bahrein, ao início da manhã, soaram as sirenes de alarme. Na véspera, um ataque atribuído ao Irão atingiu um edifício residencial em Manama, provocando a morte a uma mulher e ferimentos a oito pessoas;


  • No Iraque, um drone atingiu um complexo diplomático dos Estados Unidos próximo do aeroporto de Bagdade;


  • Por seu turno, Israel repetiu os bombardeamentos sobre o sul do Líbano. Beirute voltou a ser abalada por explosões. Cinco pessoas morreram em ataques anteriores que atingiram o distrito de Nabatieh. Outras duas morreram em Tyre;


  • A máquina de guerra dos Estados Unidos afirma ter destruído 16 navios iranianos perto do Estreito de Hormuz. Estes vasos de guerra estariam a colocar minas;


  • O novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, está "são e salvo", embora tenha sofrido ferimentos, afiançou no Telegram Yousef Pezeshkian, conselheiro do Governo de Teerão e filho do presidente iraniano;


  • O general iraniano Abolfazl Shekarchi, porta-voz das Forças Armadas do país, renovou a promessa de retaliação contra Israel e Estados Unidos pelos seus "crimes brutais e sem vergonha";


  • O chefe da polícia iraniana, Ahmad-Reza Radan, veio advertir os iranianos, na televisão estatal, contra quaisquer ações de protesto nas ruas "a pedido do inimigo". Tais manifestantes, ameaçou, serão "confrontados como inimigos";


  • Uma das futebolistas da seleção iraniana de futebol feminino que haviam recebido vistos humanitários para permanecerem na Austrália mudou de ideias e contactou, entretanto, a embaixada da República Islâmica, de acordo com o Ministério do Interior australiano;


  • A Agência Internacional de Energia Atómica propôs a maior libertação de reservas de petróleo da sua história, numa tentaativa de controlar a escalada de preços. O plano ultrapassaria os 128 milhões de barris que foram injetados nos mercados em 2022, quando a Rússia invadiu a Ucrânia;


  • O ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, sustenta que as origens do conflito no Médio Oriente "carecem tanto de legitimidade como de legalidade" e que "a sua continuação só resultará em mais baixas desnecessárias". Por sua vez, O enviado especial chinês para o Médio Oriente, Zhai Jun, frisa que Pequim valoriza a moderação demonstrada pelos Emirados Árabes Unidos;


  • Há ainda 200 portugueses retidos na Tailândia por causa da guerra do Médio Oriente. Passaram horas na embaixada de Portugal em Banguecoque, mas estão ainda sem soluções para regressar.

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RTP /

Estão ainda retidos 200 portugueses na Tailândia

Há ainda 200 portugueses retidos na Tailândia por causa da guerra do Médio Oriente. Passaram horas na embaixada de Portugal em Banguecoque, mas estão ainda sem soluções para regressar.

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RTP /

Guerra do petróleo. Costa diz que "Rússia é a única vencedora"

O presidente do Conselho Europeu diz que a escalada militar no Médio Oriente e a subida dos preços da energia servem os interesses de Moscovo. António Costa assume mesmo que "a Rússia é a única vencedora desta guerra".

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